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sábado, 3 de março de 2012

Pop Art de Romero Britto













Pop Art

A Pop Art é um movimento interessado na desconstrução dos ícones reconhecidos pela sociedade industrial.

O lugar da arte sempre foi um tema extensamente debatido entre críticos, apreciadores, pesquisadores e os próprios artistas. Durante um bom tempo, o mundo da arte foi pensado como uma esfera autônoma, regida por seus próprios códigos e fruto de uma criatividade centrada na individualidade do artista. Contudo, principalmente a partir do século XX, notamos que essa separação entre a arte e o mundo veio perdendo força na medida em que movimentos diversos buscaram quebrar tais limites.

Na década de 1950, observamos a formulação de um movimento chamado de “pop art”. Essa expressão, oriunda do inglês, significa “arte popular”. Ao contrário do que parece, essa arte popular que define tal movimento não tem nada a ver com uma arte produzida pelas camadas populares ou com as noções folcloristas de arte. O “pop art” enquanto movimento abraça as diversas manifestações da cultura de massa, da cultura feita para as multidões e produzida pelos grandes veículos de comunicação.

Ao envolver elementos gerados pela sociedade industrial, a “pop art” realiza um duplo movimento capaz de nos revelar a riqueza de sua própria existência. Por um lado, ela expõe traços de uma sociedade marcada pela industrialização, pela repetição e a criação de ícones instantâneos. Por outro, questiona os limites do fazer artístico ao evitar um pensamento autonomista e abranger os fenômenos de seu tempo para então conceber suas criações próprias.

O movimento “pop art” apareceu em um momento histórico marcado pelo reerguimento das grandes sociedades industriais outrora afetadas pelos efeitos da Segunda Guerra Mundial. Dessa forma, adotou os grandes centros urbanos norte-americanos e britânicos como o ambiente para que seus primeiros representantes tomassem de inspiração para criar as suas obras. Peças publicitárias, imagens de celebridades, logomarcas e quadrinhos são algumas dessas inspirações.

Os integrantes da “pop art” conseguiram chamar a atenção do grande público ao se inspirar por elementos que em tese não eram reconhecidos como arte, ao levar em conta que o consumo era marca vigente desses tempos. Grandes estrelas do cinema, revistas em quadrinhos, automóveis modernos, aparelhos eletrônicos ou produtos enlatados foram desconstruídos para que as impressões e ideias desses artistas assinalassem o poder de reprodução e a efemeridade daquilo que é oferecido pela era industrial.

Entre outros representantes desse movimento, podemos destacar a figura de Andy Warhol, conhecido pelas múltiplas versões multicoloridas de “Marilyn Monroe”, produzida no ano de 1967. Outro exemplo de “pop art” pode ser reconhecido na obra “No Carro”, em que Roy Lichenstein utiliza a linguagem dos quadrinhos para explorar situações urbanas. Ainda hoje, diversos artistas empregam as referências da “pop art” para conceber quadros, esculturas e outras instalações.

Por Rainer Sousa
Mestre em História

Fonte: http://www.brasilescola.com/artes/pop-art.htm

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Romero Britto no carnaval 2012






Campeã do Grupo de Acesso em 2011, a Renascer de Jacarepaguá coloriu a Sapucaí com a homenagem ao artista plástico Romero Britto, nascido em Recife (PE). Com o enredo "O Artista da Alegria dá o Tom na Folia", a escola entrou para espantar de vez o fantasma do rebaixamento com um desfile impactante e com a cara e os traços do pintor. O desfile foi encerrado sem problemas.

Segundo o carnavalesco, que concedeu entrevista antes do desfile, a obra de Romero tem a cara do Carnaval, e isso foi bem utilizado na avenida do samba. "A gente vai dar vida à obra de Romero com muito movimento e colorido. Para driblar a poluição visual, que foi a nossa maior preocupação, vamos seguir uma ordem cromática para que tudo funcione bem. A estratégia é colocar as cores no momento certo e na hora certa, dividindo o cenário com o preto marcante da obra dele", disse.

Com movimentos e grandes esculturas, a Renascer desfilou com 34 alas, sete carros alegóricos e um total de aproximadamente 3.500 componentes.

No primeiro setor, anjos prateados iluminaram uma espécie de fábrica de cores. Para o carnavalesco, Deus deu a Romero, que teve uma infância pobre numa favela de Recife, a genialidade na arte de brincar com formas.

A descoberta da arte por Romero foi retratada no segundo setor, que falou da importância do conhecimento. Já que o pintor passou a gostar de arte quando recebeu, ainda criança, um livro do seu irmão mais velho contendo ricas referências de renascentistas.

As obras de Romero Britto foram retratadas entre carros alegóricos e fantasias. Representando o Rio, a estátua do Cristo Redentor apareceu no terceiro carro alegórico.

O preto característico nas obras do artista foi retratado pela bateria, comandada pelo mestre Paulão. Numa homenagem à arte popular, a vermelha e branco da zona oeste fechar o desfile com o artista, que apareceu no último carro com a família e amigos --como as netas da família Kennedy, que vem dos Estados Unidos apenas para o desfile.



(Fonte Folha.com)

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Romero Britto

Assista a esse vídeo sobre Romero Britto:

Romero Britto

No Projeto Criarte começamos a estudar um artista plástico famoso mundialmente: Romero Britto. Suas obras são extremamete ricas em cor e forma e estão ao alcance das mãos de todos, seja nas telas de pinturas, ou em xícaras, malas de viagens, mochilas e cadernos. Dê uma olhada em algumas de suas obras:





First Love Flower Power


Cat painting

Carmen Miranda














Presidente Dilma Rousseff









Pesquise mais sobre Romero Britto e poste seus achados aqui.